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“Nas cavidades há mais vida e mais estranha que o parece. Sabemos bastante de morcegos, alguma coisa de insectos e de anfíbios. Mas ainda há muitos textos científicos que afirmam que não há seres autotróficos nas cavernas.

São relativamente recentes as descobertas sobre seres extremófilos, com capacidade para utilizarem energia para processos químicos de outras fontes que não a luz solar, como sejam as proporcionadas pelas reacções químicas de elementos que naturalmente podem ter vários estados de valência meta-estáveis, como sejam, o enxofre, o ferro ou o urânio, entre outros.

Nas cavidades portuguesas, em pontos de ausência absoluta de luz solar, existem colónias de liquenes (Leproses) e colónias de bactérias (snotites) já identificados à espera de serem estudados.

Por certo outras maravilhas hão-de aparecer”

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