ESPELEO-SOCORRO PORTUGAL
SOBRE ESPELEO-SOCORRO PORTUGAL
A principal missão da Comissão de Espeleo-Socorro é realizar operações de salvamento em grutas.
A Comissão de Espeleo-Socorro é atualmente uma equipe de resgate em grutas que opera dentro da Federação Portuguesa de Espeleologia - APD (FPE). Todos os membros são espeleólogos federados ativos e altamente experientes, membros de grupos de espeleologia filiados na FPE. Atualmente a equipe compreende vários elementos das suas filiadas a nível nacional, incluindo um médico. Todos eles são voluntários.
O treino ad-hoc de resgate em grutas tem acontecido em Portugal desde o início dos anos 90, em diferentes instituições (incluindo a própria FPE, associações de espeleologia e serviços oficiais de emergência). No entanto, ainda não existe um sistema oficial e institucional de resgate em grutas. A Comissão de Espeleo-Socorro foi formalmente criada em 2025 no entanto já vinha a trabalhar neste objetovo desde 2027 como uma task force dentro da FPE, tendo dedicado a maior parte dos seus esforços a desenvolver exercícios de treino e evoluindo para o estado atual de uma equipa técnica operacional. A FPE continua a trabalhar para o acordo necessário junto das autoridades nacionais, para o reconhecimento do alto interesse da colaboração e consequente integração dos seus espeleo-socorristas no sistema e estrutura de proteção civil nacional.
A FPE é a principal instituição de espeleologia em Portugal, agrupando atualmente 18 associações de espeleologia, que representam mais de 85% dos espeleólogos ativos no país.
Em Junho de 2025 a FPE é reconhecida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil como Organização de Voluntariado de Proteção Civil (OVPC) na área do espeleo-socorro.
GRUTAS EM PORTUGAL
Existem cerca de 2000 grutas conhecidas em Portugal, de comprimento, profundidade e dificuldade variadas. Existem três grutas labirínticas com mais de 5 km de comprimento, sendo a Gruta do Almonda a mais longa, com mais de 15 km. As três grutas mais profundas variam de - 220 m a -268 m. Embora não sejam muito profundas, muitas grutas portuguesas apresentam sérios desafios a uma operação de resgate, na forma de passagens estreitas, meandros e passagens aquáticas.
CONTATOS
e-mail: espeleo-socorro@fpe-espeleo.org
+351 967094948 Sérgio Barbosa
+351 916817364 Vítor Gandra
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